- Paraty é uma cidade colonial cujo calçamento do centro histórico foi feito no sistema “pé-de-moleque”, utilizando pedras polidas irregulares, fato que dificulta a caminhada. Assim sendo, recomendamos o uso de calçados baixos, macios e confortáveis. Caminhe devagar e observe a paisagem histórica.
- Traga sempre com você: filtro solar, óculos escuros, boné, documento de identificação, água potável, lanche (fruta, biscoito, sanduíche, barra de cereal).
- Os horários das visitas, bem como os de almoço, serão rigorosamente respeitados. Evite se dispersar do grupo ou criar grupos paralelos de visita.
- Observe com atenção os regulamentos para fotografia e filmagem no interior de prédios históricos, sobretudo igrejas e capelas.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Observações para a visita técnica
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Visita Técnica - Paraty
Nos dias 29 e 30 de maio acontecerá a primeira visita técnica da turma 2010.
29/05 - Saída do Campus do Gragoatá - UFF: 7:30 a.m
Vamos direto para visita na Fazenda Murycana, depois do almoço (na própria fazenda), continuaremos a visita pelo centro histórico de Paraty.
Noite livre.
30/05 - 9:00 - continuação da visita pelo centro histórico
12:00 - almoço
14:00 - Retorno para Niterói
Previsão de chegada em Niterói: 18:00
29/05 - Saída do Campus do Gragoatá - UFF: 7:30 a.m
Vamos direto para visita na Fazenda Murycana, depois do almoço (na própria fazenda), continuaremos a visita pelo centro histórico de Paraty.
Noite livre.
30/05 - 9:00 - continuação da visita pelo centro histórico
12:00 - almoço
14:00 - Retorno para Niterói
Previsão de chegada em Niterói: 18:00
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Bibliografia (aulas 1 e 2) - Fontes Secundárias
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses Indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 2003.
BARBOSA, Bartira. Paranambuco herança e poder indígena Nordeste séculos XVI-XVII.Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2007.
BARTH, Frederick. “Os Grupos Étnicos e suas Fronteiras” In________: O Guru, o iniciador e outras variações antropológicas (org. Tomke Lask).Rio de Janeiro. ContraCapa, 2000. pp.25-67.
BURKE, Peter. Variedades de História Cultural. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2000
CARNEIRO DA CUNHA, Manuela.(org.).História dos Índios no Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1992.
CASTELNAU-L’Estoile, Charlotte de. Operários de um vinha estéril. Os jesuítas e a conversão dos índios no Brasil – 1580-1620. Bauru, SP, Edusc,2006.
FAUSTO, Carlos. “Fragmentos da História e Cultura Tupinambá: da etnologia como conhecimento crítico de conhecimento etno-histórico”. In: CUNHA, M.C da, op.cit., pp. 381-396.
FAUSTO, Carlos. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
FERNANDES, Florestan. A Organização Social dos Tupinambá. [1949] São Paulo,HUCITEC, 1989.
____________. “Antecedentes Indígenas: organização social das tribos tupis In:
______________________. A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá. 2 ed. São Paulo, Pioneira, 1970.
HEMMING, John. Ouro Vermelho. A Conquista dos Índios Brasileiros.São Paulo: EDUSP, 2007.
HILL, Jonathan.(org.) Rethinking History and Myth. Urbana: University of Illinois Press, 1988.
_______________ History, Power and Identity –ethnogenesis in the Americas, 1942-1992. (org.)Iowa City, University of Iowa Press. 1996
KOK, Gloria. O Sertão Itinerante Expedições da Capitania de São Paulo no Século XVIII.São Paulo, Hucitec/FAPESP, 2004.pp. 133-154
MALHEIROS, Márcia, Homens de Fronteiras: Índios e Capuchinhos na Ocupação dos Sertões do Leste do Paraíba ou Goytacazes, Rio de Janeiro, UFF, Tese de Doutorado. 2007.
MARCHANT, Alexander. Do Escambo a Escravidão. 2a. ed. São Paulo, Ed. Nacional; [Brasília] : INL, 1980
MELLATTI, Julio Cezar. Índios do Brasil.São Paulo: EDISP, 2007.
MENDONÇA, Paulo Knauss. O Rio de Janeiro da Pacificação.Rio de Janeiro, Biblioteca Carioca, 1991.
MÉTRAUX, Alfred. A Religião dos Tupinambás e suas relações com as demais tribos tupi-guaranis. [1928] Trad. Estevão Pinto. 2a. ed. São Paulo, Nacional, 1979.
MINTZ, Sidney W. "Cultura: uma visão antropológica". Tempo. Revista do Departamento de História da UFF/. vol. 14, n. 28, Niterói: EDUFF, 2010. (no prelo).
MONTEIRO, John. Negros da Terra - Índios e Bandeirantes Origens de São Paulo. São Paulo, Companhia das Letras, 1994.
_________________..(org.). Guia de Fontes para a História Indígena e do Indigenismo em Arquivos Brasileiros. São Paulo, Universidade de São Paulo/FAPESP,1994.
__________________“Introdução” In: Tupis, Tapuias e Historiadores Estudos de História Indígena e do Indigenismo.Campinas. UNICAMP, 2001. Tese de Livre Docência. Inédito;
_________________. Site: http://www.ifch.unicamp.br/ihb/
OLIVEIRA, João Pacheco de (org.). A Viagem de Volta: etnicidade, política e reelaboração cultural no Nordeste indígena. Rio de Janeiro,Contra Capa Livraria, 1999.
OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. “Aculturação e Fricção Interétnica” In: América Latina.Centro Latino Americano de Pesquisas em Ciências Sociais, 1963. pp.33- 45.
___________________. Identidade, Etnia e Estrutura Social. São Paulo, Pioneira, 1976.
PERRONE-MOISÉS, Beatriz. “Índios Livres e Índios Escravos: os princípios da legislação indigenista do período colonial (séculos XVI a XVIII) In: CUNHA, M. Carneiro da, op.cit. pp.115-132.
POMPA,Cristina. Religião como Tradução Missionários, Tupi e “Tapuia” no Brasil Colonial. Campinas, UNICAMP, 2001. Tese de Doutorado.
RODRIGUES, Aryon Dall’Igna. Línguas Brasileira. São Paulo, Loyola, 1986.
SILVA, Aracy Lopes da e GRUPIONI, Luís D. Benzi (org.) A Temática Indígena na Escola. Novos Subsídios para Professores de 1 e 2 Graus. Brasília, MEC/MARI/UNESCO, 1995.
SCHWARTZ, Stuart. Segredos Internos. Engenhos e Escravos na Sociedade Colonial. Trad. Laura Teixeira Motta. São Paulo, Companhia das Letras, 1988.
STERN, Steve J. ____________.(org) Resistance Rebellion and Consciounes in the Andean Peasant World, 18th to 20th Centuries. The University of Wisconsin Press. 1987.
THOMPSON, E. P. A Formação da Classe Operária Inglesa. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.
VARNHAGEN, Francisco Adolfo. História Geral do Brasil Antes da sua Separação eIndependência de Portugal. [1854]São Paulo, Melhoramentos, 3a. ed. s.d.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo “O Mármore e a Murta: sobre a inconstância da alma selvagem” In: Revista de Antropologia. São Paulo, USP,1992,v.35,pp.21-74.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo “O Mármore e a Murta: sobre a inconstância da alma selvagem” In: Revista de Antropologia. São Paulo, USP,1992,v.35,pp.21-74.
_______________. América em Tempo de Conquista. Rio de Janeiro, Zahar, 1992.
WACHTEL, Nathan. “A Aculturação” In: LE GOFF, J.. e NORA, P. História: Novos Problemas. Rio de Janeiro, Francisco Alves 1988.
WEBER, Max. “Relações Comunitárias Étnicas” In_____:Economia e Sociedade. Brasília, Editora da Universidade de Brasília, 1994, pp.267-277.
Site: ISA –Instituto Sócio Ambiental: www.socioambiental.org
Bibligrafia fornecidas pela professoras Maria Regina Celestino
BARBOSA, Bartira. Paranambuco herança e poder indígena Nordeste séculos XVI-XVII.Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2007.
BARTH, Frederick. “Os Grupos Étnicos e suas Fronteiras” In________: O Guru, o iniciador e outras variações antropológicas (org. Tomke Lask).Rio de Janeiro. ContraCapa, 2000. pp.25-67.
BURKE, Peter. Variedades de História Cultural. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2000
CARNEIRO DA CUNHA, Manuela.(org.).História dos Índios no Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1992.
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FAUSTO, Carlos. “Fragmentos da História e Cultura Tupinambá: da etnologia como conhecimento crítico de conhecimento etno-histórico”. In: CUNHA, M.C da, op.cit., pp. 381-396.
FAUSTO, Carlos. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
FERNANDES, Florestan. A Organização Social dos Tupinambá. [1949] São Paulo,HUCITEC, 1989.
____________. “Antecedentes Indígenas: organização social das tribos tupis In:
______________________. A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá. 2 ed. São Paulo, Pioneira, 1970.
HEMMING, John. Ouro Vermelho. A Conquista dos Índios Brasileiros.São Paulo: EDUSP, 2007.
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KOK, Gloria. O Sertão Itinerante Expedições da Capitania de São Paulo no Século XVIII.São Paulo, Hucitec/FAPESP, 2004.pp. 133-154
MALHEIROS, Márcia, Homens de Fronteiras: Índios e Capuchinhos na Ocupação dos Sertões do Leste do Paraíba ou Goytacazes, Rio de Janeiro, UFF, Tese de Doutorado. 2007.
MARCHANT, Alexander. Do Escambo a Escravidão. 2a. ed. São Paulo, Ed. Nacional; [Brasília] : INL, 1980
MELLATTI, Julio Cezar. Índios do Brasil.São Paulo: EDISP, 2007.
MENDONÇA, Paulo Knauss. O Rio de Janeiro da Pacificação.Rio de Janeiro, Biblioteca Carioca, 1991.
MÉTRAUX, Alfred. A Religião dos Tupinambás e suas relações com as demais tribos tupi-guaranis. [1928] Trad. Estevão Pinto. 2a. ed. São Paulo, Nacional, 1979.
MINTZ, Sidney W. "Cultura: uma visão antropológica". Tempo. Revista do Departamento de História da UFF/. vol. 14, n. 28, Niterói: EDUFF, 2010. (no prelo).
MONTEIRO, John. Negros da Terra - Índios e Bandeirantes Origens de São Paulo. São Paulo, Companhia das Letras, 1994.
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__________________“Introdução” In: Tupis, Tapuias e Historiadores Estudos de História Indígena e do Indigenismo.Campinas. UNICAMP, 2001. Tese de Livre Docência. Inédito;
_________________. Site: http://www.ifch.unicamp.br/ihb/
OLIVEIRA, João Pacheco de (org.). A Viagem de Volta: etnicidade, política e reelaboração cultural no Nordeste indígena. Rio de Janeiro,Contra Capa Livraria, 1999.
OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. “Aculturação e Fricção Interétnica” In: América Latina.Centro Latino Americano de Pesquisas em Ciências Sociais, 1963. pp.33- 45.
___________________. Identidade, Etnia e Estrutura Social. São Paulo, Pioneira, 1976.
PERRONE-MOISÉS, Beatriz. “Índios Livres e Índios Escravos: os princípios da legislação indigenista do período colonial (séculos XVI a XVIII) In: CUNHA, M. Carneiro da, op.cit. pp.115-132.
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RODRIGUES, Aryon Dall’Igna. Línguas Brasileira. São Paulo, Loyola, 1986.
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SCHWARTZ, Stuart. Segredos Internos. Engenhos e Escravos na Sociedade Colonial. Trad. Laura Teixeira Motta. São Paulo, Companhia das Letras, 1988.
STERN, Steve J. ____________.(org) Resistance Rebellion and Consciounes in the Andean Peasant World, 18th to 20th Centuries. The University of Wisconsin Press. 1987.
THOMPSON, E. P. A Formação da Classe Operária Inglesa. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.
VARNHAGEN, Francisco Adolfo. História Geral do Brasil Antes da sua Separação eIndependência de Portugal. [1854]São Paulo, Melhoramentos, 3a. ed. s.d.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo “O Mármore e a Murta: sobre a inconstância da alma selvagem” In: Revista de Antropologia. São Paulo, USP,1992,v.35,pp.21-74.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo “O Mármore e a Murta: sobre a inconstância da alma selvagem” In: Revista de Antropologia. São Paulo, USP,1992,v.35,pp.21-74.
_______________. América em Tempo de Conquista. Rio de Janeiro, Zahar, 1992.
WACHTEL, Nathan. “A Aculturação” In: LE GOFF, J.. e NORA, P. História: Novos Problemas. Rio de Janeiro, Francisco Alves 1988.
WEBER, Max. “Relações Comunitárias Étnicas” In_____:Economia e Sociedade. Brasília, Editora da Universidade de Brasília, 1994, pp.267-277.
Site: ISA –Instituto Sócio Ambiental: www.socioambiental.org
Bibligrafia fornecidas pela professoras Maria Regina Celestino
Bibliografia (aulas 1 e 2) - Fontes Primárias
ANCHIETA, José de. Informações, Fragmentos Históricos e Semões. São Paulo- Belo Horizonte, EDUSP-Itatiaia, 1988
BEOZZO, José Oscar. Leis e Regimentos das Missões: política indigenista no Brasil.São Paulo, Loyola, 1983.
CARDIM, Fernão.Tratados da Terra e da Gente do Brasil. São Paulo-Belo Horizonte, EDUSP-Itatiaia, 1980.
DANIEL, Padre João. Tesouro Descoberto no Rio Amazonas [1757-1776] Rio de Janeiro. Biblioteca Nacional, 1976 2v.
LÉRY, Jean de. Viagem à Terra do Brasil, [1578] Belo Horizonte-São Paulo,Itatiaia/EDUSP, 1980
NÓBREGA, Manoel da. Cartas do Brasil (1549-1560). São Paulo-Belo Horizonte EDUSP-Itatiaia, 1988.
SALVADOR, Frei Vicente do.História do Brasil. 1500-1627. São Paulo-Belo Horizonte, EDUSP-Itatiaia, 1982..
SOUZA, Gabriel Soares de. Tratado Descritivo do Brasil em 1587. São Paulo-Brasília, Cia Edit.Nac. - MinC/INL, 1971.
STADEN, Hans. Duas Viagens ao Brasil [1557], São Paulo-Belo Horizonte, EDUSP-Itatiaia, 1974.
BEOZZO, José Oscar. Leis e Regimentos das Missões: política indigenista no Brasil.São Paulo, Loyola, 1983.
CARDIM, Fernão.Tratados da Terra e da Gente do Brasil. São Paulo-Belo Horizonte, EDUSP-Itatiaia, 1980.
DANIEL, Padre João. Tesouro Descoberto no Rio Amazonas [1757-1776] Rio de Janeiro. Biblioteca Nacional, 1976 2v.
LÉRY, Jean de. Viagem à Terra do Brasil, [1578] Belo Horizonte-São Paulo,Itatiaia/EDUSP, 1980
NÓBREGA, Manoel da. Cartas do Brasil (1549-1560). São Paulo-Belo Horizonte EDUSP-Itatiaia, 1988.
SALVADOR, Frei Vicente do.História do Brasil. 1500-1627. São Paulo-Belo Horizonte, EDUSP-Itatiaia, 1982..
SOUZA, Gabriel Soares de. Tratado Descritivo do Brasil em 1587. São Paulo-Brasília, Cia Edit.Nac. - MinC/INL, 1971.
STADEN, Hans. Duas Viagens ao Brasil [1557], São Paulo-Belo Horizonte, EDUSP-Itatiaia, 1974.
Esquema das aulas 1 e 2
Curso de Especialização em História Rio de Janeiro da UFF
Professora: Maria Regina Celestino de Almeida
1ª aula: Os Índios e a Conquista da Guanabara
1.O Índio na Historiografia
1.1 Perspectivas teórico-metodológicas da História e da Antropologia – do XIX a meados do XX
1.2 – História e Antropologia: novas perspectivas para a história indígena
1.3 – Repensando as relações de contato
2 . Os índios e suas guerras na Guanabara do Século XVI
2.1 Os Tupi: características gerais
2.2 Os Primeiros Contatos: alianças e conflitos
2.3 Guerras indígenas e guerras coloniais
2.4 A Conquista da Guanabara
2ª Aula: Politica de Aldeamentos e Colonização: funções e significados diversos
1. Política de Aldeamentos: associação entre Coroa e Igreja
2. Organização e Funcionamento das Aldeias
3. Aldeias Coloniais: funções e significados diversos
4. Aldeia como espaço de reconstrução identitária e cultural
Professora: Maria Regina Celestino de Almeida
1ª aula: Os Índios e a Conquista da Guanabara
1.O Índio na Historiografia
1.1 Perspectivas teórico-metodológicas da História e da Antropologia – do XIX a meados do XX
1.2 – História e Antropologia: novas perspectivas para a história indígena
1.3 – Repensando as relações de contato
2 . Os índios e suas guerras na Guanabara do Século XVI
2.1 Os Tupi: características gerais
2.2 Os Primeiros Contatos: alianças e conflitos
2.3 Guerras indígenas e guerras coloniais
2.4 A Conquista da Guanabara
2ª Aula: Politica de Aldeamentos e Colonização: funções e significados diversos
1. Política de Aldeamentos: associação entre Coroa e Igreja
2. Organização e Funcionamento das Aldeias
3. Aldeias Coloniais: funções e significados diversos
4. Aldeia como espaço de reconstrução identitária e cultural
Mapa das Aldeias Indígenas do Rio de Janeiro - Século XIX
Século XIX Bessa Freire e Márcia Malheiros
Enviado pela professora Maria Regina Celestino de Almeida
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Informações Importantes - dia 08/05/2010
Lembrando que no próximo sábado, 08/05/2010, vou passar a lista de CONFIRMAÇÃO DE PRESENÇA na Primeira Visita Técnica da Turma 2010, que acontecerá nos dias 29 e 30 de maio de 2010 à Paraty.
Os alunos que não forem a aula me enviem a confirmação por e-mail (historiarj.visitas@gmail.com).
Não poderei ir na aula da manhã, vou passar a lista e algumas informações antes da aula da tarde:13:00.
Também já estarei recebendo os 50% referente ao almoço de sábado (29/05) na Fazenda Murycana (contra-filé, arroz, feijão, fritas, farofa, salada), no valor de R$ 10,00. Me procurem no intervalo da aula da tarde ou no final da aula.
Para a Carteirinha de Estudante precisamos que levem 2 fotos 3x4 (com o nome no verso) e entreguem no sábado para Rafael, Devid ou Etelma.
Renata Garanito de Abreu
Os alunos que não forem a aula me enviem a confirmação por e-mail (historiarj.visitas@gmail.com).
Não poderei ir na aula da manhã, vou passar a lista e algumas informações antes da aula da tarde:13:00.
Também já estarei recebendo os 50% referente ao almoço de sábado (29/05) na Fazenda Murycana (contra-filé, arroz, feijão, fritas, farofa, salada), no valor de R$ 10,00. Me procurem no intervalo da aula da tarde ou no final da aula.
Para a Carteirinha de Estudante precisamos que levem 2 fotos 3x4 (com o nome no verso) e entreguem no sábado para Rafael, Devid ou Etelma.
Renata Garanito de Abreu
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Estudo genético em brasileiros negros
Uma recente pesquisa genética, encomendada pela BBC Brasil, analisou a ancestralidade de afro-brasileiros. A pesquisa contou com a participação de 120 brasileiros autodeclarados negros de São Paulo.
Para tal, foram analisados o cromossomo Y, herdado do pai, e o DNA mitocondrial, herdado da mãe. Ambos são passados de geração em geração e, por não se misturarem com outros materiais genéticos, permanecem intactos, salvo raras exceções de mutação. Analisando-os, pode-se encontrar a informação de que parte do mundo um ancestral relativamente próximo de uma pessoa veio.
Concluiu-se que, do lado paterno, metade (50%) dos negros brasileiros analisados têm um antepassado que veio da Europa, 48% que veio da África e 1,6% que eraindígena. Do lado materno, 85% têm uma antepassada africana, 12,5% índia e apenas 2,5% européia.
A explicação para uma maior ancestralidade européia no lado paterno de negros brasileiros e uma maior ancestralidade africana do lado materno se deve ao fato de que, por muito tempo na História do Brasil, havia mais homens brancos que mulheres brancas. Por esse fator, as relações inter-raciais entre homens europeus e mulheres africanas e indígenas era bastante comum.
Comparando-se aos negros americanos, os afro-brasileiros são largamente mais miscigenados: o mesmo estudo genético apontou que, majoritariamente, os negros americanos possuem 80% de sua ancestralidade africana subsaariana. Os outros 20% são, majoritariamente, oriunda de mistura com europeus e indígenas. Cerca de 40% dos afro-americanos também possuem alguma ancestralidadeindígena americana.
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